Com a palavra, Carlinhos.
http://www.youtube.com/watch?v=oxAks2DPiVo
Escrito por Masimo Trofisi às 12h46
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Francis Bacon
Escrito por Masimo Trofisi às 12h36
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Para aqueles incapazes de amar - uma dica
12 de junho está longe, mas recomendo a todos, moçoilos e moçoilas, solteiros ou não de toda a nação uma lição sobre amor, casamento e relacionamento a dois que está implícita na mensagem do filme Possession. Um ótimo filme para ver acompanhado da sua tampa da panela, da metade da laranja, carne e unha, alma gêmea (ai, Fábio Jr!) e bater forte o coração dos enamorados.

Isabelle Adjani, musa do cinema francês nos tempos de outrora (não tão outrora assim), faz Jack Nicholson (em O Iluminado) parecer a Dorothy do Mágico de Oz (ou com a performance de Leslie Caron nas suas Gigis e Lilis da vida).
Escrito por Masimo Trofisi às 18h54
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Da incapacidade em amarrar os cadarços
Desvendei os mistérios dos nós dos cadarços tardiamente. Essa descoberta deve ter sido simultânea ao desvendamento das quatro operações básicas quando os meus colegas de classe já conheciam com os olhos vendados os mistérios de números complexos, fórmulas de Báskara. A professora pouco se importava com os meus avanços na Matemática. Tampouco no simples ato de amarrar e desamarrar os cadarços do meu Conga sujo.
A minha falta de intimidade com os cadarços foi responsável pelo meu fracasso em quase todas as modalidades esportivas (a hidrofobia me impediu de ser um grande nadador olímpico), nos atrasos da primeira aula, no retorno do intervalo e no encontro com as minhas primeiras namoradinhas. Mesmo durante a minha breve incursão no mundo dos escoteiros (não se enganem, lendo o Manual do Escoteiro Mirim), o meu problema com nós não foi resolvido. Nada adiantou. Mesmo com as aulas que meu irmão mais novo insistia pacientemente dar todas as manhãs. E meu irmão aprendeu os segredos e manhas dos nós dos cadarços sem professor.
Imaginava que o nosso corpo era um emaranhado de nós de cadarços de tênis, impossíveis de serem desatados. Logo, assim como os nós do corpo, os dos tênis também eram um grande mistério. Hoje, mesmo fazendo a saudável opção por usar sapatos que não tem orifícios para que sejam colocados os temíveis cadarços ainda acho que as linhas do corpo se emaranharam mais ainda com o avanço dos anos. E são mais difíceis de desatar que fórmulas de Báskara, números complexos e os nós dos cadarços dos meus tênis abandonados no fundo do guarda-roupas.
Escrito por Masimo Trofisi às 18h13
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Mesmo que tardia (e já conhecida na internet), uma mensagenzinha para o ano que se inicia. Claro, à moda do Trofisi.
Escrito por Masimo Trofisi às 13h57
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